Da cozinha para o centro cirúrgico
Esticar a massa e deixá-la lisinha. Foi assim, com esta simples ideia que há séculos faz sucesso no mundo todo, que o cirurgião plástico Dr. Marco Cassol transformou o rolo de macarrão em um utensílio fundamental em cirurgias de lipoaspiração ou lipoescultura.
O rolo funciona como um potencializador de resultados. Ele consegue moldar imediatamente o tecido, deixando logo abaixo da pele mais regular e homogênea.
E não é preciso esperar alguns dias de pós-operatório para realizar o procedimento, como nas tradicionais sessões de drenagem linfática. “O rolo deve ser aplicado no próprio centro cirúrgico, durante a cirurgia. Isso porque o paciente ainda está anestesiado, o que favorece a aplicação sem desconforto”.
O procedimento dura em média 10 minutos e é realizado com um rolo de aço inoxidável e autoclavável, ou seja, esterilizável. “Ele passa pelos mesmos cuidados dados a todos instrumentos cirúrgicos e o risco de infecção é zero”, argumenta o cirurgião, acrescentando que “mesmo sendo pesado, pode ser passado junto às costelas, sem áreas contraindicadas”.
Como a pressão é uniforme, as eventuais irregularidades que possam ficar após a lipoaspiração são distribuídas pelo tecido gorduroso, diminuindo o inchaço e a possibilidade de irregularidades, deixando a pele lisa. Outra boa notícia é que a “uniformização do tecido gorduroso translipoaspiração” afasta a temida celulite. O médico explica que o procedimento diminui muito a possibilidade de fibrose nos locais lipoaspirados, que formam aquelas cicatrizes exageradas, aqueles locais que ficam “mais durinhos”. “É um trabalho de equipe: a solução vasoconstritora age para diminuir o sangramento e infiltrar a gordura, a cânula de lipoaspiração descola e aspira a gordura e o rolo de massa uniformiza o tecido que permanece no paciente”.
Sobre o Dr. Marco Cassol
Marco Cassol é cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Com mais de 15 anos de experiência, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em cirurgia da face. Site: www.marcocassol.com.br.
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sexta-feira, 31 de julho de 2015
Rolo de macarrão vira item indispensável em lipoaspirações
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Marco Cassol
terça-feira, 21 de julho de 2015
10 dicas do que não fazer no pós-operatório de uma cirurgia plástica
Comportamentos como dormir mal, comer errado, cigarro e estresse podem prejudicar a cicatrização, determinando a
aparência das cicatrizes pós-cirurgia plástica
O cirurgião
plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marco Cassol,
enumera as dez atitudes que fazem com que a cicatriz apareça mais do que a
beleza de um novo nariz, abdômen ou contorno corporal. Saiba como evitá-las:
1 – Fumar: uma
das coisas mais importantes no pós-operatório é parar ou diminuir muito o
cigarro, e isso deve ser combinado antes da cirurgia. Se possível, suspender o
cigarro antes da cirurgia e combinar com o médico a necessidade de suporte
medicamentoso. O mínimo aceitável de fumo é nada, mas é melhor diminuir do que
não fazer nada.
2 – Parar de
comer ou comer errado: a nutrição e o aporte proteico e de vitaminas
contribuem muito na cirurgia. Não é preciso mudar completamente a alimentação,
mas deve-se adicionar à dieta frutas, verduras e proteína, animal ou vegetal,
como soja, carne, leite e ovos. Também podemos receitar o Cubitan, que é um
suplemento como se fosse um tipo de iogurte. Neste caso, nem precisa ser um por
dia. Meio já oferece esse aporte proteico extra.
3 – Não
controlar os níveis: em pacientes com doenças crônicas, a que mais
compromete a cicatrização é a diabete, mas também tem a pressão alta e a
insuficiência renal. No pós-operatório, o paciente precisa estar com este
problema compensado, ou seja, dentro dos padrões aceitáveis.
4 – Pensar que
toda cirurgia é igual: há peculiaridades. Em pacientes que passaram pela
cirurgia bariátrica (redução de estômago), o cuidado com a anemia e o déficit
de vitaminas precisa ser redobrado. É preciso fazer exames antes da cirurgia e
ter todos os níveis controlados, inclusive no pós-operatório. Para estes
pacientes também pode ser administrado o Cubitan.
5 – Dormir pouco
ou mal: pode parecer uma bobagem, mas cuidar da quantidade e da qualidade
do sono é muito importante. As pessoas não se atentam para isso e acabam não
tendo o sono REM (fase dos sonhos). O sono ideal é de oito horas ininterruptas.
6 –
Estressar-se: o paciente deve aproveitar esse momento da cirurgia para
diminuir o ritmo e se autoavaliar, se sentir, se enxergar. É um momento único,
inclusive de reavaliação emocional.
7 – Usar drogas:
os alucinógenos causam desconexão e queremos que a pessoa esteja conectada.
Dessa forma, mais rápida é a recuperação.
8 – Não fazer o
que o médico orientou: seguir as prescrições médicas é fundamental para uma
boa recuperação. Se o médico pediu para usar cinta e fazer drenagens
linfáticas, por exemplo, é porque é realmente importante. E no tempo que ele
determinou.
9 – Descuidar da
cicatriz: duas coisas que fazem com que ela fique com boa qualidade são a
vascularização (aporte sanguíneo) e a tensão (quanto maior, mais alargada
ficará a cicatriz). Por isso, não se deve expor a cicatriz a uma tensão
excessiva, o que inclui os exercícios físicos. O retorno às atividades físicas
ocorre em no máximo dois meses; a média é de um mês e meio, com uma evolução
progressiva.
10 – Usar
qualquer coisa na cicatriz: sempre seguir a orientação do médico sobre
placa de silicone, filme plástico cicatrizante, cremes para cicatriz e outros
tratamentos para cicatriz hipertrófica e queloide, como laser de CO2,
dermaroller, infiltração de triancinolona, betaterapia. Além disso, é
fundamental usar o curativo de micropore pelo tempo estipulado pelo médico.
Sobre o Dr. Marco
Cassol
Marco Cassol é cirurgião plástico
membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Com mais de 15 anos de
experiência, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e
especialista em cirurgia da face. Site: www.marcocassol.com.br.
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terça-feira, 9 de junho de 2015
Conheça a cirurgia de feminização, feita pelo padrasto de Kim Kardashian
Cirurgia
é uma das mais procuradas por transexuais e trangêneros e envolve, por exemplo,
rinoplastia e raspagem do pomo-de-adão
O ex-atleta norte-americano Bruce
Jenner, medalhista olímpico em 1976, agora se chama Caitlyn Jenner.
A mudança não está só no nome. Aos 65
anos, o padrastro de Kim Kardashian e pai de seis filhos de três casamentos passou por mudança de sexo, implante nos seios e acaba de realizar a feminização
da face, para tornar os traços do rosto mais delicados.
O procedimento de feminização
consiste em descolar o couro cabeludo, puxá-lo para frente do rosto e depois
costurá-lo novamente à pele, com cicatriz quase imperceptível e redução do tamanho
da testa.
O cirurgião plástico Marco Cassol
está disponível para entrevistas e pode dar detalhes sobre a cirurgia e outros
procedimentos menos invasivos para deixar o rosto mais feminino.
Dr.
Marco Cassol
Cirurgião plástico com mais de 15 anos de experiência, é especialista em cirurgia da face e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Site: www.marcocassol.com.br.
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terça-feira, 26 de maio de 2015
Lutadores de jiu-jitsu recorrem à plástica para proteger orelhas
Otoplastia é opção para corrigir orelhas de abano causadas por lutas de jiu-jitsu
Para muitos praticantes de jiu-jitsu, as orelhas inchadas e inflamadas são como um troféu que demonstram o quanto se dedicam ao esporte. Chamada de condrite crônica, essa inflamação da cartilagem é causada por trauma repetitivo e, caso infeccione, pode levar a uma reabsorção da cartilagem. Para evitar danos maiores, muitos lutadores têm recorrido à otoplastia, a cirurgia corretiva de “orelhas de abano” para proteger as orelhas durante as lutas.
“Por causa da condrite, as orelhas vão abrindo e ficam ‘de abano’. Muitos lutadores me procuram para ‘colar’ as orelhas o mais próximo possível da cabeça”, diz o cirurgião plástico Marco Cassol, da capital paulista. O médico conta que os médicos hipercorrigem as orelhas abertas, deixando-as bem rente à cabeça, porque a cartilagem tem “memória” e tende a voltar a sua posição anterior.
O lutador que opta pela otoplastia deve estar ciente de que, depois da cirurgia, é preciso ficar ao menos dois meses longe do tatâme e um mês usando faixa. “Na primeira semana depois do procedimento, a faixa deve ser usada por 24 horas. Depois, apenas à noite para dormir”, orienta o médico.
Sobre Dr. Marco Cassol
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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terça-feira, 12 de maio de 2015
Vício em cirurgia plástica é transtorno psiquiátrico que precisa de tratamento
Para algumas pessoas, olhar-se
no espelho é quase uma tortura. Mais do que estarem insatisfeitas com a própria
imagem, elas se percebem de uma maneira equivocada e tendem a não gostar da
própria figura, procurando soluções em cirurgias plásticas e tratamentos
estéticos para mudar o que as incomoda. Esse vício da beleza, todavia, esconde uma doença
psiquiátrica séria: a dismorfofobia corporal ou síndrome dismórfica.
“A definição é a de um transtorno
psiquiátrico na qual o paciente se enxerga diferente daquilo que mostra o
espelho. O diagnóstico é muito difícil e o assunto, embora conhecido, é pouco
debatido entre os médicos”, conta o cirurgião plástico Marco Cassol, da capital
paulista. A busca desenfreada por cirurgias corretivas acaba, muitas vezes,
colocando em risco a saúde geral do portador de dismorfofobia. “Há mulheres que
chegam a realizar dezenas de cirurgias plásticas”, destaca o médico. Sem falar
nos riscos que qualquer cirurgia implica.
A dismorfofobia corporal tem
“vítimas” famosas, como o cantor Michael Jackson, a cantora Gretchen e até
mesmo o modelo Celso Santebañes, conhecido como Ken Humano. “Todo exagero é
ruim. O paciente que sofre de dismorfofobia se sente angustiado com a aparência
e, por mais que se coloquem
os riscos e se imponham limites, ele vai em busca de um médico que o opere para mudar o que ele
acha que está errado. Se o que incomoda é o nariz, ele opera até perder a
função, e nunca fica satisfeito”,
conta Cassol.
A pessoa que sofre deste
transtorno dificilmente aceita que tem o problema, tornando o tratamento
difícil de ser ministrado. “Acho que é preciso debater mais o assunto para
ajudar a livrar essas pessoas do sofrimento que elas vivem de estarem em um corpo que elas não
aceitam”, conclui o médico.
Sobre
Dr. Marco Cassol
Membro
da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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terça-feira, 5 de maio de 2015
Aumento das mamas é a cirurgia mais procurada pelo público teen
Cirurgião plástico alerta que
prótese de mama em adolescentes só deve ser feita depois da maturação endócrina,
que acontece quatro anos depois da primeira menstruação.
A adolescência é uma fase de
diversas mudanças no corpo e na personalidade dos jovens. Quando se sente
inadequada no próprio corpo, a adolescente fica com baixa autoestima, podendo
desenvolver problemas emocionais como ansiedade, pânico e depressão. Muitas
lançam mão das cirurgias estéticas para corrigir o que julgam ser defeitos no
próprio corpo e recebem o apoio dos pais.
No consultório do Dr. Marco
Cassol, cirurgião plástico de São Paulo (SP), a cirurgia mais procurada pelo
público teen é a colocação de prótese de mama. Esse tipo de cirurgia pode ser
feito em adolescentes, desde que exista o consentimento dos pais, o bom-senso
do médico quanto ao tamanho da prótese, e desde que a paciente tenha passado
pela maturação endócrina. “Esse amadurecimento acontece quatro anos depois da
menarca, a primeira menstruação. Como a mama é uma glândula endócrina do corpo
que responde aos hormônios, é preciso esperar esse tempo mínimo para ver qual
será o verdadeiro tamanho dos seios da moça”, explica o médico.
Os pais devem não apenas apoiar
as filhas nesse tipo de procedimento, como respeitar as indicações e limites
impostos pelo cirurgião plástico. “Elas chegam ao consultório com mamas muito
pequenas e, às vezes, não tem pele suficiente para colocação de uma prótese
grande, mas querem uma prótese de 400 ml para realizar a fantasia de que vão se
sentir mais mulher com uma mama maior. Não dá! Tem que ser uma prótese menor
para respeitar o tamanho do tórax da paciente e a quantidade de pele. Talvez no
futuro seja possível trocar por outra. Próteses muito grandes podem cair com o
tempo e a pele pode distender, formando estrias que serão marcas permanentes
depois”, conclui Dr. Marco Cassol.
Sobre
Dr. Marco Cassol
Membro
da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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